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Contrastes

Segunda-feira, 20.11.17

É na nossa Freguesia que as pessoas, aceitando o apelo da Junta, se juntam num sábado de manhã e pegam em vassouras, pás e sachos e vão limpar as principais ruas da Vila. Isto para tornar a nossa terra mais asseada e mais atraente e também para aliviar um pouco o insuficiente orçamento da Freguesia.

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Mas é também na nossa Freguesia que há lixeiras ou estaleiros (?) a céu aberto junto a uma das principais ruas e que recentemente foram alvo de corte de mato e silvas e que agora se mostram em todo o seu “esplendor”… Quando é que isto acaba? O que podemos fazer para evitar que mais lixo ali se possa juntar?

Como podem coexistir os que limpam e os que sujam e poluem? Como é isto possível?

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publicado por Filomena às 15:26

Uma boa iniciativa

Quinta-feira, 16.11.17

Uma boa iniciativa da Junta de Freguesia de Avelar.

Como é sabido, as Assembleias de Freguesia têm lugar de três em três meses – Setembro, Dezembro, Abril e Junho.

Nestas assembleias são poucas as pessoas que participam. As razões de tão pouca afluência podem ser várias: desconhecimento das datas (embora as sessões sejam divulgadas por edital e nas redes sociais), horários não adequados, falta de interesse pelos assuntos a tratar, falta de questões a apresentar, sessões demasiado espaçadas no tempo, desinteresse pela política local, descrédito nas autarcas e respectiva resolução de problemas, falta de envolvimento pelos problemas da freguesia e outras…

Ora, a iniciativa que o executivo da Freguesia agora apresenta de visitar alguns locais de freguesia com o intuito de aí se encontrar com os residentes e ouvir as suas queixas, sugestões ou simplesmente para os cumprimentar, parece-me ser uma boa solução para aproximar as pessoas dos problemas a resolver e facilitar a sua participação nessa resolução e mostrar que votar é importante… e assim haverá, também, uma maior aproximação dos Avelarenses! 

Esperamos que esta iniciativa se torne num hábito e que seja bem acolhida pela população.

 

 

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publicado por Filomena às 13:32

Uma boa solução

Quarta-feira, 25.10.17

Já temos Executivo e Assembleia na Freguesia de Avelar. Os elementos constituintes dos órgãos que vão gerir os destinos do Avelar nos próximos quatro anos tomaram posse no dia 24 de Outubro.

Já em Abril se preconizava esta solução política para a nossa Freguesia.

 Ver aqui : http://avelar.blogs.sapo.pt/a-gerigonca-95576

As eleições do dia 1 de Outubro não resultaram numa maioria: foram eleitos quatro elementos do PSD, três do grupo Avelar In, dois do PS e a CDU não elegeu ninguém. Os Avelarenses exprimiram, assim, a sua vontade, distribuindo os votos pelas quatro formações concorrentes.

No passado dia 18 apenas tomou posse o Presidente da Junta, Fernando Inácio Medeiros, eleito pelo PSD. E isto porque a lista que apresentou para o Executivo não foi aprovada pelos restantes elementos da Assembleia, houve necessidade de se entabular negociações com o objectivo de estabelecer um acordo para a eleição dos elementos da Mesa da Assembleia e do Secretário e do Tesoureiro da Junta.

Assim, depois do acordo, as votações deram o seguinte resultado: o Executivo ficou formado pelo Presidente Fernando Inácio Medeiros (PSD), pelo Secretário Pedro Silva (Avelar In) e pelo Tesoureiro Carlos Gertrudes (PS). Também a Mesa da Assembleia ficou constituída pela Presidente Dina Henriques (PSD) Carla Sandra Fernandes. (Avelar In) e Manuela Marques (PS).

Tanto a Presidente da Assembleia como o Presidente da Junta expressaram votos de sucesso e de bom trabalho nas respectivas funções ao serviço dos Avelarenses e irão lutar pelo progresso da nossa Freguesia.

A cerimónia de tomada de posse decorreu com a sala cheia, e esteve também presente o recém-eleito Presidente da Câmara de Ansião, António José Domingues,  que desejou os maiores sucessos aos empossados.

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Explicações do Presidente da Junta

 

20171024_213323.jpgContagem dos votos

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Contagem dos votos

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Leitura da acta

 

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Assistência - sala cheia

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Intervenção do Presidente da Junta

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Intervenção do Presidente da Câmara

 

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publicado por Filomena às 12:06

Parabéns, Avelar

Quarta-feira, 21.06.17

22

22 - Um número redondo -22

É veradde já passaram 22 anos!

Parece que foi ontem...

Quando, depois de um dia cheio na Assembleia da República, chegámos à entrada da vila e tínhamos a Filarmónica à nossa espera.

Trazíamos a notícia tão aguardada: Avelar era vila outra vez!

E viemos todos, nós todos, OS AVELARENSES,  até à sede da Junta de Freguesia em festa!

 

Em Maio de 1994, é apresentado na Assembleia da República um projecto-lei que prevê a elevação de Avelar à categoria de vila. 

Em 21 de Junho de 1995 a lei é aprovada e publicada no Diário da República de 30 de Agosto - Lei n.º 47/95.

 

PARABÉNS AVELAR, VILA de AVELAR

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publicado por Filomena às 14:53

A nossa Gringonça

Sexta-feira, 07.04.17

A nossa Geringonça

 

A ideia até é boa…mas é uma mentirinha do Dia 1 de Abril, o Dia das Mentiras!

Àqueles que acreditaram…peço desculpa, mas é sempre bom lembrar a data e provocar a nossa confiança!

A quem logo descobriu agradeço os comentários e o sorriso…

Para o ano há mais! Estejam atentos!

 

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Juntos somos mais fortes!

Viva a Geringonça!

Viva o Avelar!

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publicado por Filomena às 14:14

A Gerigonça

Sábado, 01.04.17

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A Geringonça

A nossa freguesia de Avelar é a que tem menos área entre as freguesias do concelho de Ansião. Tem apenas 8,4km2, apesar de ser a que tem maior densidade populacional, 246 habitantes por km2, em comparação com as outras freguesias do concelho, cuja área fica entre 26,3km2 e 42,5km2 mas com uma densidade entre 34 habitantes/km2 e 125habitantes/km2.

Apesar de termos uma grande densidade populacional é a área que determina as verbas que recebemos do Estado e esta situação tem condicionado os investimentos na melhoria das condições de vida dos avelarenses. Além disso, os partidos têm sido incapazes de potenciar e alavancar a freguesia por falta de ideias inovadoras e diferenciadoras…

 Foram estes dados que determinaram uma medida histórica tomada em reunião, realizada no passado mês de Março, com todas as forças políticas da Freguesia e outros cidadãos interessados em mudar e fazer uma gestão da freguesia tipo “Geringonça” à semelhança do Governo.

Foi uma ideia genial e que faz lembrar as origens da municipalidade portuguesa - na Idade Média (séculos XII, XII e XIV) havia os Concelhos de Homens Bons formados pelos mais notáveis do concelho e que detinham o poder de intervenção nas cortes e nos cargos municipais.

Também, todos aqueles que participaram nesta magna reunião, são os melhores entre os melhores. Estiveram presentes elementos do Partido Social Democrata, do CDS-PP, do Partido Socialista, do Partido Comunista e do Bloco de Esquerda e cidadãos independentes.

Irá haver uma segunda reunião ainda este mês, para determinar os dezoito elementos que irão constituir a lista G (de geringonça) para ser votada por todos os fregueses nas próximas eleições autárquicas.

Uma vez que será uma única lista a concorrer, não haverá eleições, como no resto do País, mas sim um referendo. Os eleitores irão dizer Sim ou Não a este tipo de gestão da freguesia e será também uma forma de aferir o grau de participação cívica e democrática dos cidadãos.

O órgão executivo da Junta será escolhido de entre os dezoito nomes, por sorteio. Os restantes quinze serão os elementos da Assembleia de Freguesia.

Também ficou decidida, por unanimidade, a primeira medida a tomar no executivo que vier a ser constituído: serão retirados todos os pilares e pilaretes que na gestão da Junta actual se espalharam pela vila. Fim a todos os condicionadores e limitadores que impedem a vida normal dos residentes e visitantes do Avelar!

 

Juntos somos mais fortes!

Viva a Geringonça!

Viva o Avelar!

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publicado por Filomena às 09:00

A vida da Rainha Santa

Segunda-feira, 18.07.16

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Ano de 1270 – em 11 de Fevereiro, nasce em Saragoça. É filha de Pedro III de Aragão e de D. Constança de Hohenstaufen, princesa da Sicília. A infanta Isabel era famosa pela sua beleza e virtudes, era conhecida e falada nas várias cortes de reis e príncipes, e foram muitos os pretendentes à sua mão.

Ano de 1281 – em 11 de Fevereiro, casa-se por procuração, devido à instabilidade política, D. Dinis não pudera ir buscar a sua noiva a Aragão. O mesmo faz o rei em 24 de Abril do mesmo ano.

Ano de 1282 – em Maio D. Isabel inicia a sua vinda para Portugal acompanhada de numeroso séquito de clérigos, ricos cavaleiros, damas e donzelas. A comitiva seguiu para Trancoso. Aqui foram realizadas as bênçãos nupciais a 24 de Junho. As festas prolongaram-se por vários dias com justas e torneios de cavaleiros, actuação de saltimbancos e comediantes, trovadores e jograis. Terminadas as festas, o jovem casal veio para Coimbra.

Ano de 1283 – em Abril, fundou o Mosteiro de Santa Clara, junto à margem do rio Mondego.

Nos anos seguintes fez várias doações e legados em Santarém, Torres Vedras, Óbidos, Odivelas, Leiria, funda o albergue de Alenquer, presta assistência a pobres e doentes. Vende grande parte das suas jóias para, com o dinheiro daí resultante, poder comprar, no estrangeiro, cereais para abastecer os celeiros do convento, e distribuir pelas gentes esfomeadas do reino que acorriam a Coimbra, devido às grandes secas.

Intervém, como mediadora, em vários conflitos e lutas do seu marido e outros familiares de uma forma permanente.

A espiritualidade da Rainha tem fortes raízes franciscanas que encontra a sua melhor expressão na Ordem de Santa Clara, fundada nos princípios do século XIII e cujos pilares eram a paz e a caridade

Ano de 1287 – nasce a Infanta D. Constança

Ano de 1291 – nasce o Infante D. Afonso, futuro rei.

Não lhe faltaram desgostos, desavenças e até foi desterrada por determinação do marido.

Nas alegrias e tristezas encontrava sempre consolo na oração e na caridade.

Ano de 1325 – morre D. Dinis. Fica assim mais livre para socorrer os pobres e praticar a piedade. A rainha passa viver no seu paço de Santa Clara, paredes meias com o Mosteiro. Determina ser aqui enterrada, manda fazer o seu túmulo, coberto de uma estátua jacente, envergando o hábito das Clarissas e com as insígnias da romaria que fez a Santiago de Compostela, a escarcela das esmolas, o bordão e a vieira. É feito em pedra de Ançã, num único bloco, com 3 metros de comprimento, 1,35m de largura e 1,12m de altura.

Ano de 1336 – morre a 4 de Julho com 66 anos em Estremoz, depois de mais uma vez tentar a paz entre o filho D. Afonso IV e o neto Afonso XI, rei de Castela.

Regressa a Coimbra, onde chega a 11 desse mês. Nem os dias de caminho, nem o calor, nem os acidentes da viagem, durante a qual o caixão, envolto em pele de boi, sofreu naturais balanços, alteraram a compostura do seu corpo, nem a morte nele se fez sentir. E quando abriram as protecções para o colocarem no túmulo, verificaram que dele emanava um suavíssimo perfume.

Ano de 1516 – em 15 de Abril o Papa Leão X proclamou a sua beatificação, reconhecendo as suas virtudes exemplares. Inicialmente, o culto religioso da Beata D. Isabel estava circunscrito apenas às igrejas e mosteiros da diocese de Coimbra. A pedido de D. João III, todas as dioceses do reino tiveram autorização pontifícia para celebraram o culto, que festejavam assim o dia 4 de Julho com missa e ofício.

Ano de 1559 – Dona Catarina determina que a Universidade realize um préstito anual com missa e solene pregação.

Ano de 1560 – A abadessa de Santa Clara fundou a Confraria de Santa Isabel, que além da oração, comprometia-se a realizar duas procissões solenes.

Ano de 1612 – procede-se pela primeira vez à abertura do túmulo, verifica-se que o seu corpo continuava incorrupto. O Bispo- Conde de Coimbra, D. Afonso de Castelo Branco, ficou tão admirado com o corpo incorrupto de Santa Isabel, que prometeu fazer-lhe um túmulo em prata e cristal, para que a Rainha Santa “se possa ver sem ser tocada”.

Ano de 1625 – em 25 de Maio é canonizada pelo Papa Urbano VIII.

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Ano de 1647 – D. João IV ordena a construção de um novo mosteiro, num local mais alto, Alto de Santa Clara, uma vez que o mosteiro de Santa Clara, devido ao assoreamento do rio, estava a ficar em ruínas.

Ano de 1677 – faz-se a trasladação, com grande cerimonial, do corpo da Rainha Santa, do mosteiro velho para o novo. Assistiram a nobreza, o corpo docente da Universidade, representantes das corporações religiosas e todo o episcopado português.

A igreja é uma obra barroca, de uma só nave. Está sepultada num túmulo de prata que substituiu o de calcário, fica no altar da capela-mor, onde também sobressai a escultura da rainha, pintada, em mogno.

A urna de prata escapou às guerras napoleónicas por ter sido metida, habilmente, num esconderijo numa das paredes do próprio convento.

Ano de 1771 – D. José estatuiu que a procissão solene se realizasse entre a igreja monástica e uma das igrejas de Coimbra.

Ano de 1883 – Dificuldades económicas, tanto da confraria como da parte dos comerciantes que enfeitavam as ruas, fizeram com que a procissão e respectiva festa se realizasse apenas de dois em dois anos, como ainda hoje acontece.

Ano de 1894 – é inaugurado um novo andor de talha dourada. O anterior era muito tosco e junto da imagem da Santa Isabel ia também uma imagem de um pobre. No novo andor vai só a imagem da Rainha Santa, mas a beleza do andor fez esquecer a ausência do pobre.

Ano de 1896 – A Rainha D. Amélia oferece à Confraria da Rainha Santa uma imagem esculpida por Teixeira Lopes. A partir de agora passa esta imagem a ser transportada em todas as procissões.

Anos 30 -  O corpo, que permanecia intacto foi mandado isolar, deixando apenas à vista a mão direita. A partir daqui, apenas se remove uma cortina que deixa ver a mão, porque dizem os antigos que nunca foi exposta sequer às pessoas da família real seus descendentes mais do que a mão para ser beijada.

Ano de 1996 – A mão da Rainha Santa é mostrada, nos 300 anos da sagração da igreja da Rainha Santa.

Ano 2000 – De novo se mostra a mão porque foi ano de jubileu.

Ano de 2012 – Neste ano a mão é mostrada para celebrar os 400 anos da primeira abertura do túmulo.

2016 - Este ano é o Ano Santo da Misericórdia e comemoram-se os 500 anos da beatificação da Rainha Santa Isabel, mais uma vez, vai ser exposta a mão da Rainha Santa.

O túmulo passou a ser visitado pelos membros da família real em cada deslocação que faziam a Coimbra, para beijar a mão da rainha.

Um túmulo difícil de abrir porque sempre que alguém da família real vinha a Coimbra trazia uma das chaves, porque o túmulo tinha três chaves: uma confiada ao bispo de Coimbra, outra à abadessa e outra ao rei.

Uma mão seca pelo tempo, mas ainda com carne ligada às ossadas, que é descoberta, com autorização do bispo, apenas em ocasiões especiais.

O culto da Rainha Santa foi sempre muito querido a toda a população portuguesa e tem vindo sempre a aumentar desde que foi declarada beata e depois canonizada. São muitos milhares de devotos, nacionais e estrangeiros, muitas as congregações e as instituições que integram as procissões nas grandes festas, realizadas sempre em Julho, ­­nos anos pares.

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(Fontes: Programa das Festas 2016 e TSF)

 

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publicado por Filomena às 15:21

Sonho ou Realidade (2)

Quarta-feira, 06.04.16

Nem sonho nem realidade! Foi só uma mentirinha do 1.º de Abril!

Peço desculpa a quem acreditou nesta notícia que seria “quase óptima” se fosse verdade.

As árvores que se espalham por alguns passeios da vila são realmente um grande problema e há que resolvê-lo…

Espero que os poderes públicos tomem medidas para que esta situação não se agrave ainda mais…

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publicado por Filomena às 21:03

Sonho ou realidade?

Sexta-feira, 01.04.16

Avelar é terra de polémicas. Há polémicas por causa das festas, há polémicas por causa dos jardins, há polémicas por causa do trânsito, há polémicas por causa das árvores dos passeios… estas últimas já são antigas. E porquê? A razão é simples: quando foram plantadas as árvores nos vários passeios da Freguesia, elas eram ainda muito pequenas e ocupavam pouco espaço.

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Mas, os anos passaram, as árvores cresceram e as pequenas e finas plantas transformaram-se em grandes e frondosas árvores. Ocupam o passeio, levantam a calçada, interferem com os muros e com a passagem das pessoas… Embelezam as ruas, fazem sombra nos dias quentes e solarengos… mas são mais os inconvenientes que os benefícios (as fotografias comprovam isto mesmo).

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Então, os poderes autárquicos exerceram a sua função. Com a proposta do executivo e a aprovação da assembleia foi tomada uma decisão radical: acabar com o mal pela raiz (literalmente…): à medida que algumas árvores vão morrendo, secando ou sendo partidas não serão substituídas; algumas até já não foram podadas este ano; e as outras?! Ah! Essas vão ser arrancadas. Todas? Sim. Todas. E nada as substitui? Nada. No seu lugar vai ficar um verdadeiro passeio – limpo, liso, largo…

Será um sonho? Não. Vai ser uma realidade!

E assim irá acabar uma das mais antigas polémicas, ou talvez não…

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publicado por Filomena às 09:14

Isenção do Imposto Municipal de Imóveis (IMI)

Quinta-feira, 25.06.15

Os contribuintes com rendimento anual bruto até € 15 295 estão isentos do pagamento de IMI, desde que o valor total do seu património imobiliário não ultrapasse os 66 500 euros. Para este efeito, o Fisco baseia-se na declaração de rendimentos do ano anterior. A isenção só é atribuída este ano a quem obteve, em 2014, rendimentos inferiores a 15 295 euros. Na prática, só tem efeitos em 2016, ano em que os contribuintes pagam o IMI de 2015. 

A isenção passa a ser atribuída de forma automática pelo Fisco. Até 2014, os contribuintes interessados tinham de requerê-la no serviço de Finanças até ao fim de Junho. Agora, sempre que o Fisco detecta que o contribuinte reúne todos os requisitos, deixa de enviar notas de liquidação de pagamento de IMI. No entanto, se o contribuinte não tiver apresentado a declaração de IRS dentro do prazo, perde o direito a qualquer isenção, mesmo que o rendimento e o valor total do património imobiliário lhe permitam usufruir de tal benefício.

Outra novidade introduzida este ano prende-se com o facto de a isenção de IMI passar a abranger os arrumos, despensas e garagens, ainda que fisicamente separados. No entanto, o benefício só é concedido se estes espaços integrarem o mesmo edifício ou conjunto habitacional e só se forem utilizados exclusivamente pelo proprietário ou pelo seu agregado familiar como complemento da habitação.

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publicado por Filomena às 22:19








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