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É já amanhã

Sexta-feira, 27.03.09

O WWF-Brasil participa pela primeira vez da Hora do Planeta, um acto simbólico, que será realizado dia 28 de Março, às 20h30, no qual governos, empresas e a população de todo o mundo são convidados a apagar as luzes para demonstrar sua preocupação com o aquecimento global.

 

O gesto simples de apagar as luzes durante sessenta minutos, possível em todos os lugares do planeta, tem como objectivo chamar a atenção para a ameaça das mudanças climáticas.

 

Lisboa, conhecida como a Cidade das Sete Colinas, vai unir-se, pela primeira vez, ao apelo mundial da WWF e apagar as suas luzes pela Hora do Planeta 2009. No dia 28 de Março, durante 60 minutos, Lisboa vai ficar às escuras para iluminar a mensagem da Hora do Planeta contra as alterações climáticas.

Entre as 20H30 e as 21H30, da noite de 28 de Março, o Cristo-Rei assim como a Ponte 25 de Abril, o Palácio de Belém, o Mosteiro dos Jerónimos, a Torre de Belém, o Padrão das Descobertas, o Castelo de São Jorge, os Paços do Concelho e o Museu da Electricidade vão ficar apenas iluminados pela luz das estrelas; O Centro Cultural de Belém (CCB) assinala também a Hora do Planeta desligando por 15 minutos as suas luzes.

 

Link para Portugal: http://www.earthhour.org/news/pt:pt

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publicado por Filomena às 20:25

A pequena horta

Quarta-feira, 25.03.09

Crianças, educadoras e auxiliares do Jardim de Infância estão muito entusiasmadas com a pequena horta que têm no pátio do recreio. Semearam lá muitas variedades de sementes de plantas de cheiros.
 Até já se vêem lá algumas couves, rabanetes, coentros, agriões à mistura com flores de jardim.
Aqui ficam algumas imagens para servir de prova. Mais tarde lá voltarei para dar conta das plantas que entretanto irão nascer.
Também a frente do edifício está toda enfeitada com as primeiras flores da Primavera, azáleas e jasmim.

 

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publicado por Filomena às 15:22

A história do banho (6)

Segunda-feira, 23.03.09

 

Renascimento                          

No século XIII, os frades dominicanos iniciaram actividades farmacêuticas relativas à produção de essências, pomadas, bálsamos e outras preparações medicinais. Muitas dessas fórmulas, produzidas até aos dias de hoje, foram estudadas durante a corte de Catarina de Médici, nobre florentina que se mudou para a França em 1533, para se casar com o Rei Henrique II.


No Renascimento os “banhos de água” foram substituídos por “banhos com fortes perfumes e essências”, sendo Catarina de Médici a grande responsável pela difusão do perfume na França.

Os perfumes de Catarina de Médici eram feitos em Grasse, uma pequena cidade ao sul da França, localizada aos pés dos Alpes mediterrânicos. Grasse era então um centro da indústria de couro e, até aquele momento, não existia nenhum produto para limpar e perfumar o couro, especialmente o das delicadas luvas das senhoras. Desenvolveu-se, então, uma arte refinada, tarefa dos “maîtres gantier parfumeurs”- mestres perfumistas de luvas, que prosperaram em torno de Grasse.

Aos poucos, a era das águas perfumadas com flores foi cedendo espaço a composições à base de almíscar. Também se considerava importante o cultivo de jardins, capazes de repelir os odores pestilentos comuns na época.

Diz-se que Luís XIV, o “Rei Sol”, era muito sensível a odores, e tinha um perfume para cada dia da semana. Em sua corte, rosas e flores de laranjeira eram usadas para perfumar luvas, e os sabonetes de azeite faziam parte da higiene diária. As fragrâncias apreciadas por Luís XIV eram produzidas no sul da França.

A fomentação da expansão marítima conduz os europeus ao descobrimento de novas terras, denominadas de Novo Mundo; e a realidade da Europa – o Velho Mundo - mostrava-se paradoxal aos costumes demonstrados pelos habitantes dos territórios localizados na actual América do Sul.

A chegada dos brancos impressionou aos índios, devido à aparência suja e grotesca dos europeus, chamados de “mal cheirosos e porcos”.

Observando os hábitos dos indígenas, nativos das terras recém-descobertas, os europeus aprenderam diversos conhecimentos sobre limpeza e higiene, pois era comum e frequente os naturais banharem-se em rios, lagos, lagoas e quedas de água. De modo que os indígenas em muito contribuíram para o progresso dos hábitos dos europeus.

 

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publicado por Filomena às 17:45

Incrível

Quarta-feira, 11.03.09

 

 

 

Quer ver a tomada de posse de Obama como se estivesse lá?

 

Então clique aqui e aproxime a imagem, como no Google Earth:

http://gigapan.org/viewGigapanFullscreen.php?auth=033ef14483ee899496648c2b4b06233c

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publicado por Filomena às 19:11

A história do banho (5)

Terça-feira, 10.03.09

Na Idade Média era assim:

 Proibição do Banho

Durante a Idade Média, os ocidentais abandonaram os sofisticados rituais de limpeza da Antiguidade e mergulharam numa profunda escuridão. A maneira de ver o banho mudou. As ideias religiosas foram levadas ao exagero e as termas passaram a ser consideradas locais de pecado, porque as pessoas se viam nuas umas às outras.

Não é exagero afirmar que a Idade Média foi o período em que a cristandade varreu da Europa as termas e demais actividades em que as pessoas se expusessem demais. Com tantos pudores, o prazer de tomar banho de corpo inteiro passou a ser visto como um acto de luxúria. Lavar as mãos e o rosto bastava, às vezes nem isso. Quando muito, era aceitável tomar um só banho por ano…

Os banhos foram totalmente proibidos aumentando as doenças, em especial a peste. Dizia-se que a água "amolecia" a alma. Dizia-se ainda, que o facto de a água quente dilatar os poros da pele facilitava a entrada de doenças no corpo. Desta forma, nesta época, a higiene resumia-se em vestir uma roupa limpa e usá-la até ficar suja, pois acreditava-se que a roupa funcionava como uma espécie de “esponja”, absorvendo a sujidade. Sendo que muitas vezes a roupa nem sequer era lavada, apenas sacudida e carregada de perfume.

Os banhos eram escassos, quase inexistentes. Nas famílias pobres, quando eles aconteciam, a mesma água servia para banhar a família inteira. Primeiro os homens, depois as mulheres e por último os filhos.

Iniciou-se um período de imundície com consequências desastrosas para a Europa. As constantes epidemias, como a Peste Negra, que assolaram o Velho Mundo durante a Idade Média foram provenientes da total ausência de higiene por parte da população. As necessidades fisiológicas eram “despejadas” pelas janelas, juntamente com o conhecido pregão “aí vai água”!


A Idade Média foi muito apropriadamente chamada de Idade das Trevas, protagonizando o fim dos hábitos de higiene. A Igreja abominava os banhos, tratando-os como “orgias pecaminosas”.

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publicado por Filomena às 12:27

Alunos do Colégio

Domingo, 08.03.09

Decorreu ontem, dia 7 de Março, o II Encontro dos Alunos do Colégio Infante de Sagres. Foi um encontro muito emotivo, pois que alguns dos presntes já não se viam há quarenta anos!...

 

Das dez da manhã às dez da noite houve tempo para recordar muitos amigos, professores, alunos, colegas, amizades, namoricos, funcionários e até muitas partidas que se iam fazendo à revelia dos professores...

 

Foi uma experiência singular quando começámos a ver, no ecrã gigante, imagens de visitas de estudo, de jogos, de fotografias nossas com dez, onze anos de idade,  tão novas, que por vezes era difícil identificar a quem pertenciam. Foi uma agradável surpresa que os organizadores do Encontro nos proporcionaram...

 

Ficam algumas imagens do Encontro.

 

 

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publicado por Filomena às 13:20








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