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A história do banho (4)

Quarta-feira, 18.02.09

 

No tempo dos Árabes era assim:

Os árabes não só compreendiam e apreciavam os prazeres dos perfumes, mas também possuíam conhecimentos avançados de higiene e medicina. Muito elogiados pelas descobertas, eles ofereceram à humanidade o primeiro alambique, e a partir desta invenção foi possível destilar as matérias-primas e preparar a primeira água de rosas do mundo, isolando o perfume de pétalas em forma de óleo.

Associar os famosos banhos turcos a rituais amorosos é uma das primeiras reacções dos ocidentais ao imaginar as sofisticadas casas dos muçulmanos. O “hamman”, a cerimónia islâmica do banho, estimulava a imaginação dos europeus, ao descrever dezenas de belas mulheres se banhando e se embelezando num ambiente ricamente ornamentado.
Mas o” hamman” supera essa carga erótica. É um preceito da fé islâmica lavar e perfumar o corpo para a oração. E os banhos em conjunto, demorados, são a melhor maneira de se purificar para a prece. O “hamman” serve, então, como meditação entre os pecados do corpo e a limpeza do espírito.

Na Europa, somente no século XVII houve a introdução das casas de saunas e banhos turcos.

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publicado por Filomena às 20:39