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A história do banho (3)
Domingo, 15.02.09
No século II a.C., os Romanos construíram sumptuosas termas públicas onde qualquer cidadão podia desfrutar dos prazeres proporcionados pelo banho. O banho ligava-se à ideia de repouso e de convívio, pois era uma prática social e um ritual simbólico.
Os romanos herdaram muito da cultura grega, incluindo a adoração pelo banho. Porém, entre eles, esse hábito adquiriu proporções inéditas. As visitas diárias às termas tinham fundo religioso, visto que o banho público era um acto de adoração à deusa Minerva.
E o costume não era restrito somente às classes mais abastadas: boémios, prostitutas, imperadores, filósofos, políticos, velhos e crianças, todos se banhavam no mesmo espaço, sem constrangimento.
Os gregos e os romanos mantiveram o hábito de se reunir em "banhos públicos", que se tornaram verdadeiros locais de discussões e decisões políticas e sociais. As termas eram um ponto de encontro e de troca de informações, que se tornaram símbolos de luxo e, muitas vezes, de decadências dos costumes.
Os romanos e os gregos - precursores de sistemas hidráulicos que canalizavam águas pluviais e fluviais, conduzindo-as para as residências e termas (como se pode ver ainda nas ruínas de Conimbriga) - fizeram do banho um ritual de luxo e influenciaram o mundo com suas criações de óleos, unguentos e maneiras de se banhar.
Os romanos herdaram muito da cultura grega, incluindo a adoração pelo banho. Porém, entre eles, esse hábito adquiriu proporções inéditas. As visitas diárias às termas tinham fundo religioso, visto que o banho público era um acto de adoração à deusa Minerva.
E o costume não era restrito somente às classes mais abastadas: boémios, prostitutas, imperadores, filósofos, políticos, velhos e crianças, todos se banhavam no mesmo espaço, sem constrangimento.
Os gregos e os romanos mantiveram o hábito de se reunir em "banhos públicos", que se tornaram verdadeiros locais de discussões e decisões políticas e sociais. As termas eram um ponto de encontro e de troca de informações, que se tornaram símbolos de luxo e, muitas vezes, de decadências dos costumes.
Os romanos e os gregos - precursores de sistemas hidráulicos que canalizavam águas pluviais e fluviais, conduzindo-as para as residências e termas (como se pode ver ainda nas ruínas de Conimbriga) - fizeram do banho um ritual de luxo e influenciaram o mundo com suas criações de óleos, unguentos e maneiras de se banhar.
(continua)